Inanimação real.

"- É melhor dessa forma do que ser julgada como não-amiga, igualmente aquelas que sempre tem o que falar. E bom... Pensando bem, eu me sinto bem assim. Me sinto bem conversando com elas." Disse pensando alto a pequena doce menina, Elizabeth.

Elizabeth era dessas. Álias, dessa. Creio que não existia menina no mundo que fantasia sua própria vida como Elizabeth. Porém, fantasia com um signficado real, verdadeiro e singular. Assim acho eu.
A menina já foi muito machucada por amigas. Amigas essas que diziam ser donas de seus segredos, e até ''irmãs'' de consideração. Porém, Elizabeth cansou.
Cansou de bancar a honesta e não receber nada em troca. Nem ao menos um segredo em sigilo.
A menina então, passou a tratar suas bonecas como se fossem suas amigas. Ora eu pensava que era para Elizabeth não surtar, guardando tudo para si mesmas. Ora eu pensava que Elizabeth, coitada, tão nova, já enlouquecendo... Falando com seres inanimados.

Entretanto, a doce menina estava certa.
Suas bonecas eram as melhores pessoas a quem se pode confiar. São amigas.
Amigas mesmo. Seguindo ali, o significado da palavra...

Sweet death...



"- Você só sabe reclamar, pequeno..."



Estou exausto dos problemas que teimam grudar em mim. Acho que eu tenho doce para coisas ruins, não sei...
Procuro saída para todos. Entretando esse, é bem persistente.
Não se deixa abater. Já prometi a mim mesmo, a não dar confiança, ignorar... Mas ela é chata demais, adora me alfinetar.
Fica feliz ao me ver chorando ou cabisbaixo...
Estou quase chegando ao meu limite, e...




(...) Bom, acho que dormir e não acordar mais, seja a melhor solução...
Talvez assim, eu possa degustar da boa e adorável felicidade que não sinto há tempos...

Um principal meio de ligação. Uma aliança.

15:29 Postado por - 0 comentários
A minha fiel companheira foi ela, que aguentou as minhas mil maneiras de expressar minhas reações à situações aqui passadas.
Por você e com você, eu gastei mais da metade da minha vida sentado nesta cadeira, que como eu disse, é a única merecedora de minhas verdades.
Mesmo sendo um ser inanimado. Ao menos, ela não é fria, me escuta sempre e me trata reciprocamente...
Ela, coitada, já não deve aguentar mais me servir de apoio, enquanto passo horas aqui, em frente a está tela com você. Quando brigamos, ela que exprime minha raiva, e quando vem a saudade, parece que ela se preocupa com meu choro...
Quando estou feliz por termos passado pelo menos um dia sem brigar, ela fica bonita, robusta...
Às vezes me acho meio louco por conversar com algo que me responde de uma única e possível maneira: Calada.
Já fiz até promessas para ela, rapaz!
E uma delas foi...




(...) Levá-la para nossa casa, quando casarmos e sermos maduros o suficiente para construimos uma vida à dois... E ela? Sorriu! Sorriu dá maneira que só eu consigo entender...

Mero sentimento.

Ao som de minha música preferida, começei a ler meus velhos textos que havia achado, jogados aos sete mares. Maldita hora que resolvi fazer isso. Parecia que todos os meus afagos deixados ali, estavam voltando de um em um...
Lembro que eu tentava lutar com meu próprio pensamento, entretanto, sempre falhava. Era algo quase que impossível. E começou tudo outra vez.
Percebi que quando escrevo, descarrego, de certa maneira, todo meu ódio, minhas mágoas... E cá estou eu, fazendo exatamente isso.
Nada chega para nós, à toa. Porém, se irá ser produtivo ou não, isso eu não sei.
Vou deixar que o tempo cuide disso. Peço apenas para que passe correndo, voando até. Pois só Deus sabe o quão triste tenho ficado por esses dias. E sei que essa tristeza me consome a cada passar de segundos.
Mais um texto inútil sendo formado. Mais um problema sendo surgido. Mais uma preocupação, mais uma infelicidade. (...)

Foda-se. Desabafei.


"▬ (...) Mesmo não sendo real, é maravilhoso!
Vá, menina, vá. - E rapidamente cobriu os olhos da pequenina.
- Então, o que imaginas? - Perguntou o menino, muito curioso.
- Imagino-me dentro de um táxi, nas ruas da Europa, junto com você.
- E o que faziamos no seu pensamento?
- Nos amávamos..."

Velho companheiro.

16:52 Postado por - 0 comentários


Do mais forte - o vermelho, pego dois de uma vez e acendo. É como um amigo de infância. A afinidade entre eu e ele, é intensa e me faz bem. Me faz viajar, pensar, me afoga em tristezas e solidões, pelo qual eu me sinto bem.
O saboreio na maior libertação de minha imaginação.
Está comigo nos momentos ruins, e nos felizes. Me dá disposição e indisposição.
E depois, deito-me em minha cadeira e continuo fumando.
E enquanto o destino, assim permitir, continuarei fumando.
Até que, meu melhor amigo, preencha meus pulmões de fumaça preta, e consequentemente, me faça morrer.

Pois ao menos, morrerei com a certeza de ter alguém fiel a mim e a minha palavra. Digno de minhas verdades...

O querer...

Nunca me imaginei assim, na "reta final". Nunca me imaginei chegar na "reta final".
Lembro que fazia planos... E que quando fosse chegar a minha hora, iria encarar na maior tranquilidade e amadurecimento.
Porém, desconhecia que apenas um sentimento, poderia vir, e acomodar-se... Tomando conta, praticamente de quase tudo.
Sim, é dele mesmo que estou falando. O medo, sempre chega para nos sacaniar. E é por causa desse maldito, que eu não paro de pensar em como será minha vida, daqui a exatamente três semanas.
Lágrimas já não cabem mais em meus olhos. Pensamentos nunca falaram tanto, em toda a minha existência. Porém, uma coisa eu ainda tenho: Força de vontade.
Só espero que depois daquela maldição toda, eu saia, ao menos...





(...) Confiante.

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