Mero sentimento.

Ao som de minha música preferida, começei a ler meus velhos textos que havia achado, jogados aos sete mares. Maldita hora que resolvi fazer isso. Parecia que todos os meus afagos deixados ali, estavam voltando de um em um...
Lembro que eu tentava lutar com meu próprio pensamento, entretanto, sempre falhava. Era algo quase que impossível. E começou tudo outra vez.
Percebi que quando escrevo, descarrego, de certa maneira, todo meu ódio, minhas mágoas... E cá estou eu, fazendo exatamente isso.
Nada chega para nós, à toa. Porém, se irá ser produtivo ou não, isso eu não sei.
Vou deixar que o tempo cuide disso. Peço apenas para que passe correndo, voando até. Pois só Deus sabe o quão triste tenho ficado por esses dias. E sei que essa tristeza me consome a cada passar de segundos.
Mais um texto inútil sendo formado. Mais um problema sendo surgido. Mais uma preocupação, mais uma infelicidade. (...)

Foda-se. Desabafei.


"▬ (...) Mesmo não sendo real, é maravilhoso!
Vá, menina, vá. - E rapidamente cobriu os olhos da pequenina.
- Então, o que imaginas? - Perguntou o menino, muito curioso.
- Imagino-me dentro de um táxi, nas ruas da Europa, junto com você.
- E o que faziamos no seu pensamento?
- Nos amávamos..."

Velho companheiro.

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Do mais forte - o vermelho, pego dois de uma vez e acendo. É como um amigo de infância. A afinidade entre eu e ele, é intensa e me faz bem. Me faz viajar, pensar, me afoga em tristezas e solidões, pelo qual eu me sinto bem.
O saboreio na maior libertação de minha imaginação.
Está comigo nos momentos ruins, e nos felizes. Me dá disposição e indisposição.
E depois, deito-me em minha cadeira e continuo fumando.
E enquanto o destino, assim permitir, continuarei fumando.
Até que, meu melhor amigo, preencha meus pulmões de fumaça preta, e consequentemente, me faça morrer.

Pois ao menos, morrerei com a certeza de ter alguém fiel a mim e a minha palavra. Digno de minhas verdades...

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