Your true love.

Quando eu a conheci, tinha meus 17 anos. Fomos apresentados por meus amigos, em uma festa qualquer. Foi paixão a primeira vista. Ela me enlouquecia, me tirava do sério. Nosso amor chegou a um certo momento, que já não conseguia viver sem ela. Mas era um amor proibido. Meus pais não queriam que eu continuasse com ela. Não a aceitavam. Passamos então, a nos encontrar escondidos.
Mas aí, não deu mais. Fiquei maluco, louco. Eu a queria, mas não a tinha. Eu não podia permitir que me afastassem dela, que a tirassem de mim. Eu a amava! Eu precisava dela!
Hoje tenho 25 anos, estou internado em uma clínica, sou inútil e vou morrer sem ninguém, sozinho. E por ela...
Seu nome? Cocaína. Devo a ela, meu amor, minha alegria, minha vida e minha morte.

(...) Andrew Moggatini, morador da zona sul do Rio de Janeiro, consumidor de drogas injetáveis, escreveu este texto antes de alguns segundos, de morrer drogado.

Inutilidade.

É sempre a mesma história...
Chega invadindo, e teima a me contrariar, como uma criança faz com seus pais. Já disse, que dá próxima vez, irei colocá-la em uma cadeira, para ficar de castigo.
É teimosa, e pertinente. E como todo ser humano: evolui.
Passou a ser uma adolescente daquelas que faz o que der vontade. Mais uma vez, chegou me derrotando, e eu, dessa vez, a prendi dentro do banheiro.
Nada satisfeita, evoluiu e mais! E com toda a sua força derrubou a porta e disse que era o CONTROLE da minha vida, das minhas ações.
Mas... Como algo tão inferior a mim, pode ter o controle de tudo?
Não conformado, fui até o quarto, abri a minha gaveta, e peguei o revólver.
Sem pena, apontei em sua ''cara'' e com o dedo no gatilho...





(...) Matei a minha auto-estima.

Certo e errado.

Vendo o filme de Alice no país das maravilhas, Alice soltou a seguinte frase: ''E o que é correto? Se alguém lhe dissesse que o correto é usar um abacaxi na cabeça, usaria?''. Ao ouvir essa frase, me veio várias ideias na cabeça. E uma delas foi o motivo pelo qual, estou aqui, tentando organizar minhas frases soltas, que havia pensado no momento.
É engraçado como estamos cada vez mais limitados ao ridículo, no mundo atual. Né?
Sim, é. A questão da opinião, é coisa antiga. Falar, usar, agir, viver, como quiser, são para os ''fortes'', digamos.
A sociedade hoje, discrimina o que é certo, e o que é errado. Embora, a mesma desconheça até mesmo, o que classificam ser o certo.
A sociedade impõe regras, e caso não as siga, pode ser um alvo para qualquer preconceito estabelecido pela mesma. E o preconceito criado pela sociedade? Por isso eu digo que até o que acham ser ''certo'', é o errado.
Para mim, que se foda. Certo, errado. Errado, certo...
Enfim, como inicie com uma frase de Alice, finalizarei também...
"- Me encolheram, me esticaram, me esfolaram...
Me acusaram de ser Alice, me acusaram de não ser Alice.
- Mas você está se desviando do seu destino...
- EU FAÇO O MEU DESTINO!"

O certo e o errado, são apenas...



(...) consequências...

O brilho dos sorrisos.

"Mary:
Existem tantas estrelas no Universo, belas e cintilantes. Tantos juram à seus amores que conseguiria uma para o parceiro para demonstrar tamanho amor. Pois vou te contar um segredo... A única estrela pela qual eu adoraria ver sempre, é você e esse teu jeito tão encantador mesmo não querendo ser. O único brilho que eu desejo pra mim, é o do seu olhar tão próximo ao meu. Não é necessário grandes feitos compreender a medida do afeto, um gesto é mais do que suficiente. Quero dizer que eu não tenho o mundo pra te oferecer, mas se depender de mim, sorrisos não faltaram em seus dias nunca, pequeno."

Time.

16:57 Postado por - 0 comentários
- Qual o bem mais precioso da vida, doce menina?
- O bem mais precioso é o ser humano, o amor. As relações, o amadurecimento que ganhamos com as pessoas, o amor que adquirimos à elas.
- Já eu diria que o bem mais precioso da vida, é o tempo.
- O tempo?
- Exatamento, o tempo. Temos que viver o agora, fazermos tudo agora, realizar sonhos agora. Afinal...





(...) E se não estivermos vivos no dia de amanhã?

E assim se cruzou o caminho.

16:46 Postado por - 0 comentários
- Alice não era bem uma princesinha. Sou a Alice no seu mundo maravilhoso, só.
- Minha Alice é diferente. Minha Alice é encantadora, magnífica e só minha. Minha Alice... ...Alice essa que está fazendo o meu mundo tornar-se maravilhoso e inesquecível.
- É, realmente. Ou você tem muita sorte ou essa sua Alice tem muita sorte de tê-lo como "dono". Afinal de contas.. Não é todo dia que encontramos alguém que cuide de nós quando nem pedimos por isso.
- O ''dono'' de Alice teve a sorte de encontrar essa menininha tão simples e ao mesmo tempo linda.
- Diga ao dono desta pequenina que ela ficou absurdamente agradecida pelo mesmo ter se responsalizado a cuidar dela.
- Ele parece estar vivendo um sonho. Talvez lá... no país das maravilhas.
- Talvez Alice tenha mesmo achado o seu país das maravilhas. Por isso digo que nem sempre os buracos em que nós caímos nos fazem mal.
- E no buraco em que vivo, achei Alice... Talvez o país das maravilhas do dono de Alice passou a ter sentido quando Alice mergulhou em seu país. Deixando cada pedaço e cheiro da doce e adorável menina que havia encontrado.
- Ela o faz feliz. Ele a faz feliz. É o que importa agora.
- E o país das maravilhas é o culpado por tudo isso. *-*
- Na verdade a culpa é toda sua por ter feito o buraco. *-*

Destinário: Tempo.

16:32 Postado por - 0 comentários
Senhor tempo, tenha piedade de minha alma e passe imediatamente? Carrega consigo toda essa fase ruim que tenho passado, pois já coube em mim, tamanho sofrimento. Não sou mais digno de tanto rancor, tanta solidão junta a mim. Creio que já estou perdendo as forças, as lágrimas de meus olhos secaram, e minha força de vontade está diminuindo de tal maneira, que estou vendo a hora de chegar ao meu limite. Por favor, passe.
VOE, CRIE ASAS, VAI EMBORA!

Never is never.

16:29 Postado por - 0 comentários
Ela tem uma auto-estima lá em cima, é animada, fala muito, é linda, tem um coração grande, é irritada, não tem paciência. Ele, trava na primeira, é animado só com a presença dela, é enjuado, nojento e anti-social. Ela é louca, grita quando quer, vive do jeito dela. Ele caga para os outros, e é a ovelha negra, digamos. Ela é a ovelha negra, digamos também. Eles não ligam. Eles se completam. Eles se entendem, e não se separariam nunca. Porque, nunca é nunca.

The death of trust.

É realmente foda, quando descobrimos que tal pessoa não merecia nem um minuto da nossa atenção. Quando a mesma, não era digna de nossa confiança.
Nunca mais confiarei em ninguém, a não ser em mim mesmo. Porque, quem, a não ser eu, é o autor dessa inútil história?
A partir do momento que você confia em alguém, você está disposto a apagar todas as sombras que havia ficado no papel, mesmo você passando a borracha. Porém, sempre existirá aquele amigo que se dizia muito confiante, e na verdade não é nada disso. A sociedade hoje, está pouco se fudendo pro seu problema. E amigos? Bom... Se der pra contar em uma mão, é muita coisa.
Hoje, eu percebo que estando sozinho e pondo meus desejos e vontades, e até mesmo, meus segredos, em meus textos, é bem mais seguro do que contar para uma pessoa que você acha que possa confiar. Guardando seus segredos. Suas confissões.
Escrevo para desabafar comigo mesmo. Escrevo para saciar meu coração, minha angústia.
Eu sou meu melhor amigo, e nunca irei me trair. Mesmo estando com dias ruins, pelo qual tenho vontade de sumir, desaparecer.
Como sempre disse, as máscaras caem. Você segurando-a, ou não.
Enfim, aprendi uma lição:


Gabriel, você é único merecedor de sua própria e sincera verdade.
Obrigado você, por ter despedaçado o meu coração e por me fazer sofrer. Eu precisava disso para poder provar que carne estragada, já não presta depois de ter passado do prazo de validade.

Minha vida, minhas consequências.

07:29 Postado por - 0 comentários
É sempre assim. Não entendem que a mudança é a lei da vida. Mudo para me deixar feliz, para me satisfazer. Para ficar bem comigo mesmo. Quando juntos, o assunto sou eu. Falam do meu cabelo, do modo de eu me vestir, das minhas atitudes, do jeito que eu penso e até mesmo do meu jeito de agir. Me condenam na maior parte, parece que é interessante passar quase que a maior parte do tempo comentando sobre mim. E detalhe: como se algo fosse mudar.
Assim como tenho meu jeito de ''viver'' diferente do deles, tenho minha opinião formada sobre cada assunto que os mesmos, discutem. Chegam a me comparar com fulano e ciclano. Todo o entrometimento na minha vida, só os deixam foram de uma coisa:





A vida é minha, as consequências também será, minha.

Dreams and longings.

(...) Sentados no banco da praça, abraçados, conversando sobre intimidades deles, gargalhadas, carícias, beijos. Momentos únicos, momentos deles. (...)
Abri os olhos, e em seguida coçei o mesmo com as pontas dos dedos. Sim, era um sonho. Esboçei um simples e singelo sorriso ao tentar lembrar do sonho que havia tido antes.
Tempo frio, muito frio, nublado, café, cobertores, cigarros...
Sentei-me na cama e na janela desenhei um formato de um coração. Ao som da música de All Time Low - Remembering Sunday, meus pensamentos voaram. Meu coração ficou apertado, até que pude sentir as gotas de água que haviam umedecido meu rosto. Rapidamente peguei meu notebook e começei a escrever. Escrevia muitas coisas, sem sentidos. Em linhas tortas, sem saber o que estava escrevendo. Com o pensamento em apenas uma pessoa, e com o pior sentimento que alguém pode sentir, na vida: a saudade.

E o vento saberá do meu destino...

07:41 Postado por - 0 comentários
(...) Muitas vezes, o simples ''gostar'' tranforma-se em obsessão. Da obsessão... Bom, deixa-me falar...
Acordei com uma forte e pertubadora dor de cabeça. Não entendendo o porque daquela dor, levantei-me rapidamente e corri para o banheiro. Lá, me dopei de tantas pílulas que tomei. A dor foi passando ao poucos. Lavei meu rosto, e fui tomar o café que minha mãe havia feito. Forte e amargo, do jeito que eu gostava. Ao término do café, deitei-me e comecei a ler o livro que havia parado de ler na noite anterior.
Chega a ser engraçado a minha falta de concentração. Que garota tonta! - Pensei. Que tonto eu sou.
Tonta ela, por não me querer, com tanto amor e carinho para dar. E tonto eu, por ocupar a minha mente e o meu coração com essa garota.
Fechei o meu livro, me arrumei, e sai de casa.
Minha mãe, preocupada, perguntou para onde eu iria. Me dei ao luxo de respondê-la:
- Para onde o vento me levar, mi madre!
Em seguida soltei uma risada irônica, e fui.

Máscara.

06:37 Postado por - 0 comentários
É como se existisse uma máscara. Algo que esconde o mundo em que ela vive e mostra um sorriso enorme, uma alegria sem fim. Parece que ela nunca está triste, nunca se chateia por nada. Acho que todos queriam ser como aquela garota, como ela consegue? E são assim todos os dias... Onde ela estiver, a felicidade a acompanha. Perguntam a ela, qual o motivo de tantos sorrisos, afinal? Ela não responde. Apenas segue sua vida, sempre alegre. O que ninguém sabe, é que todas as noites ela chora, grita, volta ao seu mundo. Um mundo feito de lembranças. Basta deitar a cabeça no travesseiro e começa. Um filme se inicia... Imagens de um tempo que já não existe mais. O doce perfume daquele que já não está mais ali. Promessas, juras de amor.
Dias em que ela era realmente feliz. Dias em que a perguntavam: Qual o motivo de tantos sorrisos, menina? E ela tinha a resposta na ponta da língua. Dias em que a presença daquele que ela achava que não sobreviveria sem, era constante na sua vida. Será um sonho? Não, não é. Aconteceu realmente. E a cada dia que passa, ela espera que tudo acabe e ele apenas diga ''Eu estava errado, eu te amo''. E assim, ela segue sua vida... Esperando um fim. Um fim pra sua espera ou apenas, um fim pra sua dor. O que ela não quer jamais, é transparecer sua dor para que o mundo veja. Não é certo, muito menos necessário.
Até porque, seus amigos querendo levantar o seu astral... Te dizendo coisas animadoras... Coisas que não entram na sua cabeça, que ela não quer aceitar: ''você tem que esquecer ele, acabou''. Ela não quer isso. Não quer que sintam pena dela. Nem que façam ela acreditar no impossível. Pois é isso, não é? Um amor verdadeiro, não pode acabar. É impossível. Mesmo que não seja um amor correspondido, mesmo que ela o ame, e ele não sinta o mesmo por ela... Existe um amor. E ela não vai deixar isso morrer, nunca. Basta apenas que ele exista. Se houver um sorriso no rosto dele, basta. Ele está bem, está feliz. E pra ela é o que importa. Se isso acontece, ela fica bem. Então é isso... Esse é o motivo dos seus sorrisos, da sua alegria, da sua felicidade. Ele existe, e está feliz. A única coisa que ela queria, era que essa certeza existisse também à noite. Quando ela está sozinha em seu mundo de lembranças. Porque tudo é mais fácil quando se usa máscara?

Um mundo feito de imaginação.

06:34 Postado por - 0 comentários
Era madrugada, com tempo frio, muito escuro, tudo deserto. Um cenário macabro, digamos.
Jhonny andava de cabeça baixa, olhando sempre para seu par de all star velho, e com uma rosa, já murcha - porém cheias de espinhos, em suas mãos. O menino avistou uma simples e adorável menina em um banco, de uma praça solitária. A menina chorava silenciosamente, e foi por este motivo que fez Jhonny aproximar-se dela. Ao chegar perto, sentou-se ao lado da moçinha. “Olá” – disse ele. A menina apenas movimentou sua cabeça para o lado, e olhou diretamente aos olhos do menino, sem dizer nada. “Qual o seu nome?” – insistiu. “Chamo-me Alice. Alice Molly.” – disse a tal Alice. “Estás frio, tarde, e aqui é um lugar bastante perigoso menina, não acha?”... “Pouca importa. Eu não existo mais, menino.” – disse Alice inclinando sua cabeça para baixo. Jhonny ficou quieto, e perguntou se ela não queria dar uma volta com ele. A menina recusou. Jhonny não insistiu dessa vez. Apenas entregou a tal rosa murcha, mas com espinhos, para a menina. Jhonny seguiu seu rumo. Alice ficou lá, ainda chorando e olhando para os espinhos da tal delicada rosa que havia ganhado. A partir daquele dia, Jhonny passava todos os dias por aquela praça, para ver a tal menina, que lhe chamou muita atenção. Percebeu que a menina não ficava durante os dias, e sim só naquele horário. De madrugada e sozinha. Então todos os dias, Jhonny ia visitar a tal menina. Em seus sonhos e pesadelos, Alice passou a estar presente. Não só nos sonhos, nem só nos pesadelos. Alice passou a habitar o coração do menino. (...)

Em uma madrugada, fria e chuvosa, Jhonny acordou de um pesadelo. Pelo qual, Alice havia fugido, para sempre. Jhonny, rapidamente vestiu uma calça jeans que estava pendurada na cadeira, uma blusa qualquer e seu par de all star velho e seguiu até o lugar que Alice passava suas noites. Chegando lá, o menino avistou no banco a tal rosa cheio de espinhos, e ao lado um pedaço de papel manchado de sangue e escrito: “Eu não existo, adorável menino.”
E então... Alice? Alice era apenas fruto da imaginação...

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