É sempre a mesma história...
Chega invadindo, e teima a me contrariar, como uma criança faz com seus pais. Já disse, que dá próxima vez, irei colocá-la em uma cadeira, para ficar de castigo.
É teimosa, e pertinente. E como todo ser humano: evolui.
Passou a ser uma adolescente daquelas que faz o que der vontade. Mais uma vez, chegou me derrotando, e eu, dessa vez, a prendi dentro do banheiro.
Nada satisfeita, evoluiu e mais! E com toda a sua força derrubou a porta e disse que era o CONTROLE da minha vida, das minhas ações.
Mas... Como algo tão inferior a mim, pode ter o controle de tudo?
Não conformado, fui até o quarto, abri a minha gaveta, e peguei o revólver.
Sem pena, apontei em sua ''cara'' e com o dedo no gatilho...
(...) Matei a minha auto-estima.



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