E o vento saberá do meu destino...

(...) Muitas vezes, o simples ''gostar'' tranforma-se em obsessão. Da obsessão... Bom, deixa-me falar...
Acordei com uma forte e pertubadora dor de cabeça. Não entendendo o porque daquela dor, levantei-me rapidamente e corri para o banheiro. Lá, me dopei de tantas pílulas que tomei. A dor foi passando ao poucos. Lavei meu rosto, e fui tomar o café que minha mãe havia feito. Forte e amargo, do jeito que eu gostava. Ao término do café, deitei-me e comecei a ler o livro que havia parado de ler na noite anterior.
Chega a ser engraçado a minha falta de concentração. Que garota tonta! - Pensei. Que tonto eu sou.
Tonta ela, por não me querer, com tanto amor e carinho para dar. E tonto eu, por ocupar a minha mente e o meu coração com essa garota.
Fechei o meu livro, me arrumei, e sai de casa.
Minha mãe, preocupada, perguntou para onde eu iria. Me dei ao luxo de respondê-la:
- Para onde o vento me levar, mi madre!
Em seguida soltei uma risada irônica, e fui.

0 Response to "E o vento saberá do meu destino..."

Postar um comentário

My playlist.